segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Design de interações

IVREA INTERACTION DESIGN INSTITUTE

http://interactionivrea.org/en/index.asp

O IVREA , que hoje já não mais funciona, é uma instituição que nasceu da união de remanescentes de dois outros grupos com trabalhos de design nas áreas de comércio e telecomunicações:






TU DELFT - TECHNISCHE UNIVERSITEIT DELFT

www.tudelft.nl/

A maior e mais antiga universidade técnica da holanda e uma das melhores do mundo, e de onde saiu nosso "querido" Hertzberguer:



IDEO

http://www.ideo.com/

Consultora de design em Palo Alto, California, e que realiza muitos trabalhos pra grandes marcas, simplesmente o paraíso dos designers.

Entrevista de um brasileiro que trabalha no IDEO e também um video sobre o futuro do livro na visão dos "caras":

http://karinedrumond.wordpress.com/2009/12/14/entrevista-com-fabricio-dore-designer-da-ideo-2/

The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.


RCA - ROYAL COLLEGE OF ARTS, LONDON - DESIGN INTERACTIONS

http://www.interaction.rca.ac.uk/

O curso de design de interações do RCA procura não só usar o design para fins comerciais, mas principalmente a sua influência social, cultural e ética, sendo que para eles o design de um produto não consiste apenas em designer e usuário mas sim em pessoas, propondo aos estudantes desenvolver projetos nessa área.
Por exemplo, o projeto Symbiotic Households de Elliott P. Montgomery, estudante do primeiro ano, propõe uma casa auto-sustentavel, em que o mecanismo de funcionamento da casa consiste na simbiose entre humanos e insetos.

http://www.interaction.rca.ac.uk/elliott-montgomery/symbiotic-households

Como o site possui muitos projetos, vale a pena conferir no site na area de projetos:

http://www.interaction.rca.ac.uk/work

Então é isso!
...

Cartaz do filme - 29/10/10

Poro - Intervenções urbanas e ações efêmeras



Visita a Inhotim

Inhotim, Inhotim, Inhotim...

Museu, parque, não seu ao bem ainda o que é, mas sei que lá abriga um grande acervo de obras de arte contemporânea, talvez seja até uma especie de oasis em meio ao caos e "feiura" (ao meu ver) da cidade, e com toda a alienação causada pela nossa rotina sem graça, talvez a psicodelia e a loucura (também ao meu ver) de Inhotim, nos aliene mais um pouco porém a ponto de perceber que vivemos nessa mesma rotina sem graça.


Esse paradoxo da vida cotidiana talvez pode ter sido percebido por Hélio Oiticica, filho de anarquistas e amante da pobreza, que juntamente com Neville D'Almeida foi autor do cosmococas.

Hélio Oiticica & Neville D’Almeida
Rio de Janeiro, 1937-1980; Belo Horizonte, 1941; vive no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, 1937–1980; Belo Horizonte, 1941; lives in Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, 1937-1980; Belo Horizonte, 1941; vive en Rio de Janeiro
Cosmococas 1-5, 1973
À época em que residiu em Nova York, no início dos anos 1970, Hélio Oiticica trabalhou em parceria com o cineasta Neville D’Almeida na criação de instalações pioneiras, as Cosmococas [Programa in Progress, Quasi-Cinema]. Definidas então como “intervenções espaciais”, as obras constituem ambientes sensoriais com projeção de slides, trilha sonora e diversos elementos táteis. As Cosmococas dialogam diretamente com a ideia de quasi-cinema, que pretendia investigar a relação do público com a imagem-espetáculo, estimulando a liberdade criativa. Os trabalhos aqui apresentados foram nominados pelos artistas de Blocos-Experiências em Cosmococa, um programa em desenvolvimento, que só se completa com a presença do público, chamado não de espectador, mas de “participador”. Os slides que compõem as obras partem de desenhos usando cocaína que, para os artistas, se transformava em pigmento branco sobre imagens de livros, capa de discos, fotos e jornais com personalidades como Jimi Hendrix, Luis Buñuel, Yoko Ono, Luis Fernando Guimarães, Marilyn Monroe, Jonh Cage, entre outros.
Nesta galeria, concebida para receber em caráter permanente as cinco Cosmococas - Trashiscapes, Onobject, Maileryn, Nocagions e Hendrix-War -, o visitante é convidado a experimentar essas obras reconhecidas como marcos divisores na recente história da arte contemporânea e como símbolos de transgressão poética e de linguagem.


(http://www.inhotim.org.br/hotsites/inauguracao/uploads/obras/placa_apres.predio_150x150.pdf)

Na visita, me senti como uma criança, seja por brincar loucamente como numa viagem de ácido lisérgico, ou seja pelos doces que ficavam nos colchões após crianças serem apenas crianças nas instalações. Talvez me incomode lembrar das figuras do Jeff e do Gabriel de sunga na piscina do pavilhão, mas mesmo assim foi uma das melhores viagens em todos os sentidos da minha humilde existência.

Segue um video, com uma analise do pavilhão na tentativa de mostrar as sensações que me foram produzidas, ajudadas pela arquitetura do edifício:

Stitcher

Esse programa "camarada" que sempre dá "bugs" nas melhores horas, foi uma grande dor de cabeça para uma grande parte dos meus colegas de curso e para mim tambem, "pra variar".
Após ter meu arquivo corrompido no pen drive e por muita preguiça e falta de vontade, decidi não fazer de novo.
Mesmo assim vai aqui o link do trabalho feito pelo grupo no blog da Thaís, que conseguiu postar no próprio blog ao contrário de mim:
http://thaisaia.blogspot.com/2010/10/panorama-grupo.html
...
Amem

Sketch Up do grupo

Depois de tanta "enrolação", segue o video nesse link:
http://thaisaia.blogspot.com/2010/09/sketch-up.html

Performances

1° performance (escola):


2° performance (rua):

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Apropriações Urbanas

- PARKOUR

David Belle alem de atuar em filmes sem graça foi um dos percursores ou talvez o maior do parkour (motivo que o levou a fazer esses filmes sem graça), este que é entendido como esporte por alguns ou arte por outros, e que frequentemente vemos pessoas sendo confundidos com vandalos em sua prática.
O parkour consiste em superar ou se aproveitar de obstaculos que surgem na paisagem urbana, como postes, bancos, muros, ou o que a criatividade permitir, com o intuito de deixar o corpo sempre preparado e rápido no caso de emergencias como em fugas de cachorros bravos, assaltantes, cobradores, ou coisas do tipo ou simplesmente para manter a forma física.
Talves o principal aspecto do parkour esteja na forma em que a cidade e os elementos urbanos passam a ser vistos, por exemplo uma escada não é apenas uma escada, 0 traceur (praticante) a ve com infinitas possibilidades usando apenas o próprio corpo como forma de transposição.

- DERIVA

A cidade, os caminhos que percorremos, estão relacionados muitas vezes a nossa mente seja conciente ou inconcientemente, e muitas vezes não sabemos porque escolhemos determinada calçada ou sentamos em determinado banco, e a teoria da deriva
de autoria do pensador situacionista Guy Debord tenta explicar basicamente isto.
A análise disso pode ser feitao com um mapa e com anotações tentando explicar cada escolha no percurso e como o psicologico interferiu nelas com o intuito de transformar a arquitetura, o urbanismo e a cidade em torno das suas relações de libertação do ser humano.

- FLÂNEUR

O flâneur, caminhante, ou até mensmo "vagabundo" para alguns, como observador tem uma função crucial, pois caminhando e vagando pela cidade ele observa tudo que o cerca seja ruas, construções, pessoas e como isso se relaciona de alguma forma com o restante da sociade.
Essa figura que muitas vezes é retratada de maneira poética, até mesmo em livros, as vezes acompanhada da função de voyer, tem um papel significante também na arqueitura, pois observando os elementos na vida urbana, pode se projetar de maneira mais humanizada seguindo o pensamento de que todas as pessoas podem tambem serem flâneurs de certa maneira e entendendo melhor os elementos a sua volta.

- FLASH MOB

Flash mobs são mobilizações rápidas em que um determinado grupo de pessoas se reunem em um local publico, realizam uma ação inusitada e se dispersão tão rápido quanto se reuniram.
Com algumas mobilizações famosas como a Zombie Walk (marcha dos zumbis) ou a Pilow Fight (guerra de travesseiros) realizadas em locais de grande importancia e geralmente com um grande numeros de pessoas, o flash mob passa a fazer parte de um contexto urbano não somente social como espacial, propondo, as vezes mesmo de maneira abstrata, novas possibilidades de uso de um determinado espaço.








sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Festival de arte digital - Oi Futuro


Em meio a psicodelia de algumas obras e a interatividade de outras, pude perceber, ontem, na visita ao espaço oi futuro, a proposta do evento, de mostrar a tecnologia não só produzida com o intuito de automatizar nossas vida, mas de mostrar isso como arte, já que nos dias em que a máquina domina o homem, fazer o inverso parece improvável.
Com relação aos trabalhos, a figura humana sempre aparece de alguma forma, seja explicitando que aquilo teve um criador ou por funcionar apenas na presença e pelo comando de alguem.
Uma das obras que chamava atenção era uma espécie de jogo, talvez uma sátira ao consagrado Guitar Hero, porém jogado de maneira de diferente. Entitulado Headbang Hero, o jogador balançava a cabeça freneticamente no rítmo de uma musica pesada, e em meio à diversão, percebia no final o dano que aquilo lhe causou ao cérebro.
Com isso, aliado ao nosso trabalho de Sketch Up, o grande "momento" da visita era de que os alunos pudessem perceber que as ferramentas digitais estão cada vez mais sendo apenas usadas e não exploradas como deveriam ser de fato, deixando cada vez mais seus usuarios submissos a suas funções, e não propondo novos usos.

domingo, 15 de agosto de 2010

Photoshop Pt. 2

Segundo trabalho do photoshop, com o uso de mais elementos e ferramentas do programa, busquei deixar a imagem mais colorida e alegre, partindo dos mesmo ponto de partida do primeiro trabalho.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Photoshop


Me considerando um calouro tanto no curso arquitetura quanto no photoshop, meu primeiro trabalho talvez não tenha sido dos melhores, pois tentei explorar mais a minha intenção aos recursos do programa. Ou seja, minha colega de trabalho, Maíra, a primeira vista, mostrou-me ser uma pessoa calma, tranquila, as vezes até um pouco fria.
Com isso, tentei trabalhar bastante com a cor azul, cor que presenta toda essa calma e serenidade. Logo o azul e o seu cabelo ondulado me lembraram o mar, que tentei explorar sutilmente como plano de fundo para a fotografia.
E por fim, meu toque pessoal ficou por conta de rabiscos feitos com pincel (desenhar sobre a foto era a minha primeira intenção, mas devido as minhas limitações no programa e no computador não consegui ir adiante), mostrando meu gosto por desenho a mão, tentando sempre explorar a serenidade que me foi passada pela minha colega, seja nas cores ou seja nas formas da figura.